Paralisação é desafio para técnicos – por Raphael Prates

Divulgação Atlético

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A paralisação geral do futebol (e de todos os esportes) deixa a sensação que quem não estava bem, poderá voltar muito melhor. Há grande controvérsia nisso.

Não há indício de uma nova pré-temporada e nem um mínimo de tempo para treinar ou agrupar elencos depois de uma parada por tempo indeterminado. Técnicos contratados, por exemplo, não sabem quando estarão com os jogadores em campo.

Ao que tudo indica, os jogos devem recomeçar sem aqueles 30/40 dias de preparação. Será do tipo “treina segunda e joga domingo”.

A evolução será mais por conversa, repetição e competência de cada um depois de um longo período sem treinamentos. Não há informação nem condição de projetar quando a bola vai rolar. Não é prioridade do momento.

Parece uma projeção falsa que os clubes terão semanas ou meses para voltar a jogar.

Os técnicos estão desafiados com menos campo e mais papo: quem tiver competência para conseguir passar o que deseja, largará na frente no reinício de tudo.

  • Raphael Prates assina a coluna durante as férias de Mário Marra

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.