Coronavírus: No Brasil, futebol é caso à parte – por Raphael Prates

São Paulo / Twitter

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(Quase) Todo mundo parou. Ou para tentar assimilar a pandemia do coronavírus ou para tentar minimizar os efeitos que mudam rotina, cuidados e prevenções com a saúde. Menos o Brasil. Claro que federações recebem orientações de secretarias estaduais ou Ministério da Saúde.

Mas não deveriam ficar alheias ao que o mundo e as pessoas atravessam. Por contratos e datas justificam-se tudo. Há um contorcionismo de portões fechados, de portões abertos no interior menos na capital, como em São Paulo.

Jogo de portões fechados é o anticlímax do futebol que parece treino de luxo com dois times uniformizados. Horrível. Não há nenhum ambiente razoável para se disputar partidas de futebol.

Mas o Brasil é assim. No futebol, pode quase tudo e se você quiser confirmar algo, vale mais ainda. Até colocar equipes em campo sem nenhuma necessidade. Uma pena.

  • Raphael Prates assina a coluna durante as férias de Mário Marra

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.