Galo: Vexame evitado, e só

Atlético / Twitter

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O Atlético não foi eliminado na primeira fase da Copa do Brasil por dois motivos: primeiro, o injusto e generoso regulamento dá competição que dá a vantagem do empate ao time melhor ranqueado; segundo, a fragilidade de seu adversário.

Tivesse o Campinense um tostão a mais de qualidade técnica, poderíamos estar falando de um resultado semelhante ao de Santa Fé.

Considerando que o trabalho de campo acaba de superar um mês, seria muita coisa esperar um time pronto e engrenado. Mas já deveria haver sinais de uma ideia de jogo, especialmente no aspecto ofensivo. Todas as tentativas dependiam da individualidade – que, convenhamos, hoje não é das melhores.

É um desafio para Dudamel, que na Venezuela tinha o cenário perfeito para que a responsabilidade do jogo sempre fosse do adversário, assumindo sempre a condição de atuar reagindo.

Não é possível justificar apenas com a inócua presença de Franco Di Santo no ataque a falta de ocasiões de gol em 90 minutos de um jogo contra um rival fraco.

No cenário atual, Diego Tardelli pouco será capaz de fazer para alterar o cenário. No atual momento de sua carreira, sem o vigor e a mobilidade de seu auge, Tardelli precisará ser bem municiado.

Apenas para citar algo positivo, os minutos de Nathan no final sugerem que ele mereça uma oportunidade na equipe.

Mas o torcedor tem todos os motivos para ficar preocupado. É hora de começar a ver alguma evolução.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Futebol Nacional

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