Estreia evidencia lacunas do Galo para o ano

Atlético / Twitter

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Os primeiros jogos do ano no futebol brasileiro devem ser encarados como uma extensão da pré-temporada. O tempo concedido para a preparação é curto, e seria absurdo exigir picos de rendimento em janeiro. Ainda assim, é possível identificar padrões de jogo e necessidades para o desenvolvimento das equipes.

A estreia do Atlético em Uberlândia mostrou um time ainda distante de uma condição física aceitável, e até por isso procurando controlar o jogo e passar mais tempo com a bola nos pés, num gramado que não favorece a circulação mais rápida da bola.

Houve notas positivas: a confirmação de que Allan é um acréscimo técnico importante, e a boa participação do estreante Michael, com direito até a defesa de pênalti, no momento em que o clube estuda a possibilidade de negociar Cleiton.

No entanto, chama mais a atenção a pobreza de opções ofensivas no elenco. Di Santo não é capaz de ser um atacante associativo, capaz de dialogar com os companheiros em campo, e nem tem o aproveitamento de finalizações que justifique sua pouca participação.

Também falta mais uma alternativa de velocidade pelos lados (entrou Maicon Bolt, de quem o clube tenta se livrar), e caso se confirme a saída de Cazares faltará ainda uma figura criativa por dentro, capaz de criar situações de gol com frequência.

Com o que o exigente Rafael Dudamel tem à disposição hoje, seu trabalho será difícil. A bola está no campo da direção.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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Futebol Nacional

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Alex Ribeiro

De momento, enxergo 4 carências no time visando titularidade: um lateral-esquerdo, um ponta velocista, um centroavante e um 10 (já que o Cazares deve sair). Mas considerando o trabalho da direção até aqui e condição financeira do time, sendo otimista, devem vir no máximo 3 dessas 4 posições. Como o Arana já tem uma negociação avançada, minha aposta é que, além do lateral, venham um centroavante e um atacante de lado.
Caso o esquema utilizado hoje seja a tônica do ano, com Jair e Allan sendo os meias “interiores” (ou centrais) do 4-1-4-1 do Dudamel, tendo ainda Nathan e Blanco que podem fazer bem essa função, seria um esquema com bom funcionamento sem um 10 clássico. Acho que, tendo esses 3 reforços, especialmente com um velocista e um 9 que saibam decidir jogos, dá pro time apresentar um padrão sólido, ao menos até o primeiro semestre, e aí ver se dá pra conseguir um 10, tão difícil no futebol atual.

Ricardo Ribeiro

Time horrível. Tinha de ser escondido mesmo.Palavra de atleticano…

Rooster_2020

As carencias acho que todo mundo ja sabe quais são. Encontrar um bom armador hoje no futebol é como procurar agulha no paleiro, ainda mais com recursos reduzidos. O negocio é mais uns tres reforços e se livrar de vez desse Bolt. Só acho estranho perder tempo em insistir com alguem que todo mundo ja viu que não vai da em nada. Talvez o Dudamel quis ver ao vivo o que provavelmente falaram pra ele e ele viu por video. Espero que ja tenha tirado as conclusões que todos ja tiramos, a diretoria que se vire com esse elefante branco.

Eunice Queiroz

Choraaaa

Marcelo Gomes

Time falido é o que tem pra hoje. Monotitulo só participa mesmo nunca ganha

Horácio Neto

Tá titi, fica titi não. Caiu?️uloso

Clession Souza

Vai te catar Maria caloteira

Eunice Queiroz

Eles são uma chacota kkkkk

JMC

Cudemel exigente?? Se fosse tinha saído da Venezuela e ido para time melhor do que a Venezuela e não pior.

Vinicius Cabuloso

Pelo que vi ontem esse time do Gaylo têm tudo prá ganhar o Brasileirão de 2020 e deixar de ser MONOTÍTULO, acho que o MENGÃO não vai aguentar né?

Vinicius Cabuloso

O Uberlândia passou um sufoco danado né ? Foi ataque contra defesa né?