Drama e mais drama

Cruzeiro

Foto Cruzeiro Esporte Clube

Se pudesse utilizar apenas uma palavra para definir o que foi o jogo entre Grêmio e Cruzeiro, a palavra seria tensão. O jogo foi muito tenso. Parecia ter uma nuvem bastante carregada em cima de cada jogador do Cruzeiro.

Se permitido fosse somar uma segunda palavra, não teria como fugir da principal característica técnica da partida: erro. Não é difícil imaginar que a tensão tenha provocado tantos erros. Erros de passes, erros de lançamentos, de tomadas de decisão. Erros.

Adilson arriscou ao apostar em Edílson na lateral e Orejuela em uma segunda linha. Cebolinha cairia em cima de Edílson e não é necessário fazer uma longa pesquisa para avaliar que os dois têm uma gigante diferença de velocidade. Mas o risco se fez necessário para que o Cruzeiro tivesse velocidade para contra-ataque e pressão na marcação, atributos que o colombiano oferece.

O cenário de terror só aumentava e a derrota se desenhava. Três substituições já feitas e Robinho sai machucado. A média alta de idade do Cruzeiro percebia Renato empilhando guris. E o gol saiu. Os gols saíram.

A derrota por 2 a 0, fora de casa, foi mais um previsível placar. A sensação que passa é de que tudo em campo é mais lento, mais previsível, mais sofrido.

O jogo tenso e cheio de erros acabou já garantindo um novo jogo tenso no domingo. É desnecessário dizer que domingo é dia de o torcedor se mobilizar.

Caindo ou não, é urgente que tudo seja diferente no Cruzeiro em 2020.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

Categorias:
Futebol Nacional

Comentários