Respeito ao campeonato é a principal lição de Jesus – por Leonardo Bertozzi

Flamengo / Twitter

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O Flamengo só não ganhará o Campeonato Brasileiro se houver um improvável desastre. O futebol apresentado pelo Rubro-Negro não permite acreditar que a vantagem de oito pontos possa se esvair em oito rodadas. Mas a principal razão para esta conquista estar próxima é a abordagem de seu treinador à competição.

Na contramão do mundo, alguns clubes brasileiros costumam tratar com curioso desdém o principal título nacional que um time pode conquistar.

Torneios eliminatórios, nos quais basta uma noite ruim para colocar tudo a perder, são tratados como prioridade – até mesmo a Copa do Brasil, obviamente menos importante que o Brasileirão.

Vindo de uma cultura que dá o devido valor a ser campeão de seu país, Jorge Jesus poderia ter se desanimado com a desvantagem de oito pontos que encontrou ao chegar. Em vez disso, exigiu um elenco que lhe permitisse sonhar com todos os títulos, inclusive o do campeonato.

Hoje está próximo de provar que sua ambição era justificada. Deve ser o campeão brasileiro, sem precisar por isso sacrificar o sonho da Libertadores. Mesmo que perca a final para o River Plate, já deixou provado que é possível competir em duas frentes. Se não for desta vez, pode ser em outra oportunidade.

Nem mesmo em países com hegemonias em andamento, onde poderia ser encarado como natural um time sacrificar o domínio doméstico em nome do título continental, isso acontece. Times como Juventus, Bayern e Paris Saint-Germain, ostentando longas séries de conquistas, querem continuar vencendo seus rivais nacionais.

Jesus sabe que ganhar um título em que você enfrenta duas vezes cada um de seus adversários é um testemunho mais importante da qualidade de seu trabalho que qualquer torneio eliminatório, onde o imponderável pode provocar surpresas e nem sempre o melhor time prevalecerá.

Aprende a lição quem quiser.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do Portal UAI.

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ALBERUAZ NEVES

O que está acontecendo no flamengo , é porque a diretoria ao menos até agora está trabalhando com seriedade e competência . Ao contrário do Atlético que , desde a saída de Alexandre Calil , só entrou incompetente . aí está o resultado .: o time a beira da segunda divisão , mais uma vez .

WRSilva

O Flamengo, é uma máquina de ganhar dinheiro e infelizmente, a gestão anterior (Bandeira de Melo), fez um belo trabalho nos bastidores, com profissionalismo, o que não vem sendo praticado no futebol mineiro. Talvez, o grande exemplo de gestão profissional em Minas, esteja no América, mas um time que não tem torcida. O Flamengo, na gestão anterior, eliminou tudo o que não trazia lucro (eliminaram o forte time de ginastas que tinha, com medalhões) e praticamente manteve só o futebol e basquete, que parece sobreviver com as próprias pernas, tipo a parceria do SADA com o Cruzeiro, que é totalmente desvinculada com o futebol. O Flamengo negociou as dívidas e hoje sabe o quanto deve e, pelo que sei, vem pagando as contas (antes as diretorias do Flamerda nem sabiam o quanto deviam e pra quem deviam). Se não fosse a mancha causada no início deste ano com a morte dos meninos no CT da base do Flamengo e rolo para indenizar as famílias, teria tudo pra ter um ano perfeito.

Detesto o Flamengo, mas hoje ele se tornou um mal necessário no futebol brasileiro, até mesmo pra servir de exemplo para os dirigentes dos demais clubes brasileiros. Ontem, no Bem Amigos, Mano Menezes teve que falar sobre o futebol atual do Flamengo e vi que ficou incomodado, ainda mais quando os apresentadores enalteceram o futebol pra cima e alegre que o Jorge Jesus e Sampaoli vêm praticando no Brasil. O estilo retranca, espero estar no fim, pois tem deixado os jogos muito chatos…

Bruno

Gostei da parte Flamerda embora eu seja um ‘torcedor’ do Flamengo que na real não torço porque ali é uma roubalheira de patrocínios Petrobras, globo e por aí vai. E se perder para o River o JJ vai ser apenas mais um babaca na boca dos comentaristas e repórteres. Porém deu sorte de encaixar o elenco tal qual o Cruzeiro com Marcelo Oliveira com um elenco que ninguém ‘conhecia’. Ganhou dois títulos e ganharia o terceiro se mantivesse o elenco e o Marcelo ficou relegado ao fundo do poço por questões de mídia.comment image